Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
II Seminário de Inclusão e Acessibilidade
Público-alvo: Corpo docente e discente do Mestrado Profissional em Inclusão Social e Acessibilidade; comunidade acadêmica em geral.
Programação:9h - Abertura do evento - Prof. Dr. Everton Rodrigo Santos
9h15min - Palestra: Cidade acessível: instrumento de inclusão social
Ministrante: Profª. Ms. Luciana Néri Martins (Feevale)
10h15min - Palestra: A discriminação das pessoas com deficiência no mundo do trabalho e a atuação do Ministério Público do Trabalho
Ministrante: Márcia Medeiros de Farias (Procuradora do Trabalho)
11h15min - Mesa-redondaMediador: Profª. Drª. Jacinta Renner
12h – Intervalo
14h - Palestra: Software livreMinistrante: Adriano Rafael Gomes
15h - Palestra: Acessibilidade digital
Ministrante: Profª. Drª. Liliana Maria Passerino
16h – Mesa-redondaMediadora: Profª. Drª. Sandra Portella Montardo
16h45min – Encerramento - Prof. Dr. Everton Rodrigo Santos
Carga horária: 6 horas
Dia: 20/11/2008, quinta-feira
Horário: 9h às 17h
Local: Auditório do prédio Azul
Ministrantes:
Luciana Néri Martins - Arquiteta e urbanista pela Unisinos, mestre em Engenharia Civil com ênfase em Cadastro técnico Multifinalitário pela UFSC. Está concluindo doutorado em Ciências da Educação pela Universidad de las Islas Baleares (UIB), na Espanha. Professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Feevale e líder do Projeto de Extensão "Arquitetura e Comunidade". É membro do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e do Comitê Permanente de Propriedade Intelectual (CPPI), da Feevale.
Márcia Medeiros de Farias - Procuradora do Trabalho. Representante no Rio Grande do Sul da Coordigualdade – Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportununidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho. Mestranda em Direito pela UFRGS e em Direitos Humanos pela Universidade Pablo de Olavide na Espanha.
Liliana Maria Passerino – Doutora em Informática na Educação (PPGIE-UFRGS 2005). Atualmente é professora da FACED/UFRGS, onde atua em graduação e pós-graduação (PPGEDU/PGIE). Desenvolve pesquisa na área de Informática na Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: informática na educação, educação a distância, informática na educação especial, autismo e inclusão digital. É membro de diversos comitês científicos em periódicos qualis como RENOTE. Revista Novas Tecnologias na Educação - Scientia (Unisinos) e em congressos relevantes na área de informática na educação.
Adriano Rafael Gomes - Bacharel em Ciência da Computação pela Feevale. Trabalha como analista de suporte na Câmara Municipal de Novo Hamburgo, onde administra a rede de computadores com Software Livre. É membro fundador do Grupo de Usuários de Software Livre do Vale do Sinos - SoftwareLivre VS. É usuário e entusiasta de Software Livre como movimento social e tecnológico desde 2003.Coordenador: Everton Rodrigo Santos - Possui doutorado em Ciência Política. É professor titular e pesquisador da Feevale. É coordenador do curso de Pós-Graduação Stricto Sensu - Mestrado em Inclusão Social e Acessibilidade.
Inscrição: www.feevale.br/extensao
Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Termo correto - Pessoas com dEficiência
Convention on the Rights of Person with Disbilities and Optional Protocol, 2007
Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Projeto brasileiro permite mover o cursor com os olhos

Fabián Tetelboim
Direto de El Salvador
Em mais uma amostra do que a tecnologia pode fazer pela saúde, um projeto criado no Brasil permite que pessoas com deficiência física possam utilizar um computador através do movimento de seus olhos. Trata-se de um trabalho realizado pela Fundação Paulo Feitoza, do Amazonas, que se apresentou como uma das inovações da Campus Party Iberoamérica em El Salvador.
O projeto do "mouse ocular" compreende um software e um hardware que traduzem os sinais eletromagnéticos registrados através de eletrodos colocados no rosto do usuário, para que sejam recebidos e interpretados pelo computador. Desta forma é possível controlar o movimento do cursor e até escrever em um teclado virtual, unicamente movimentando os olhos.
Na demonstração feita no evento, o coordenador do projeto, Rogerio Caetano, colocou em sua assistente, Priscila Gomes, cabos fixados com adesivos, como os usados em eletrocardiogramas, mas neste caso ao redor dos olhos. Foram quatro de cada lado, dois verticais e dois horizontais.
Priscila tirou a mão do mouse, e começou a mover os olhos pelos quatro cantos. Na tela gigante se via o teclado virtual oferecido pelo software e um cursor que se movia tal como ela indicava. A flecha corria por sobre as letras e, para selecioná-las, Priscila tinha apenas que piscar, o que equivale ao "clique" de um mouse manual.
Os campuseiros presentes ficaram assombrados com a demonstração de um dos projetos mais inovadores da inclusão digital apresentado na Campus Party Iberoamérica. "Atulmente o sistema está sendo testado em hospitais, escolas especiais e até em residências particulares do Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Manaus", contou Caetano.
O sistema, que custa apenas US$ 100 (equivalente a pouco mais de R$ 200), abre um novo caminho no Brasil para cerca de quatro milhões de pessoas tetraplégicas, portadoras de distrofia muscular e outras enfermidades degenerativas, vítimas de acidente vascular cerebral e outras que nascem sem braços ou que os perderam em acidentes.
A Fundação desenvolve outros projetos similares e tem como desafio terminar de criar, a longo prazo, um celular para uso de surdo-mudos. O projeto já tem o apoio de várias multinacionais radicadas em Manaus.
Fonte: Terra
Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
Resposta...
2. Vocês concordam com o nome do projeto, ou seja, o julgam coerente com as ações realizadas? Caso não concordem com o nome, qual a sugestão? O nome é coerente, porém julgar se faz jus às ações, somente mais tarde para dizer.
Abraços,
Jivago.
Domingo, 12 de Outubro de 2008
Qual a sua opinião?
1. Vocês julgam essas ações realizadas nesse projeto como Inclusão? 2. Vocês concordam com o nome do projeto, ou seja, o julgam coerente com as ações realizadas? Caso não concordem com o nome, qual a sugestão?
O Núcleo de Inclusão – NIN é um projeto de extensão realizado pelos cursos de Educação Física e de Fonoaudiologia do Centro Universitário FEEVALE, com objetivo principal de promover a inclusão social na comunidade, respeitando as diferentes características e necessidades.A Fonoaudiologia, dentro do NIN, promove a organização de um espaço privilegiado para formação acadêmica, no qual o aluno poderá participar de um programa de atenção à saúde das pessoas com distúrbios da comunicação, utilizando recursos de tecnologia assistiva, principalmente comunicação alternativa, auxiliando nas atividades comunicativas em todos ambientes: casa, escola, trabalho, etc. Pessoas de todas as idades que tenham distúrbio da comunicação são avaliadas e acompanhadas pelos discentes do curso de Fonoaudiologia e supervisionadas pelos docentes envolvidos no projeto. Também são realizadas ações como a orientação e a instrumentalização dos pacientes, suas famílias, escolas e profissionais envolvidos, com reuniões interdisciplinares para discussão dos casos, oficinas de formação de professores e grupos de trabalho.


A Acessibilidade in the wellchair experimentada pelos alunos da Profª Regina. Foi um momento diferente no Campus da FEEVALE para obter conhecimentos tanto emocionais quanto físicos daqueles que nos viam passar e de nós mesmos, cadeirantes por algumas horas. Braços e mente, abastecidos de emoções novas. Para quem nunca usou uma cadeira de rodas, a atividade foi no mínimo um exercício de musculação, pois qualquer obstáculo era motivo de muito desgate físico.
Da E p D:
Jivago, Profª Regina, Viviane, Luis.
abraços,
Jivago.
Terça-feira, 16 de Setembro de 2008
Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008


Como é interessante poder aprender coisas novas. Acredito que nos dias de hoje aprimoramos o nosso conhecimento no dia-a-dia, mas dificilmente temos experiências do novo, do completamente desconhecido.
Com o contato com o Braille me senti aprendendo, como na 1ª série, a escrever, a registrar meus pensamentos.
Escrever o próprio nome, aos 27 anos, foi desafiador, proporcionando reflexões sobre a deficiência visual.
A falta de luz trouxe a ampliação de outros sentidos e com eles o sentimento de que o mundo dos deficientes visuais tem toda uma peculiaridade e uma necessidade de se ter uma grande força de vontade para ver sem ter a “visão tradicional”.
Mesmo por pouco tempo sem luz, ao provar uma fruta, sentimos seu sabor e sua textura novos, diferentes.
Com isso, pôde-se perceber melhor esta deficiência, valorizando-se mais a visão e as pessoas que vivem com a falta dela.
Antes do caro, o mais barato: mas ainda assim, para poucos.
Ao contrário do EXOESQUELETO que pode chegar a mais de 20 mil dólares, o PARAWALQUER já está sendo comercializado no Brasil a um preço inicial de 18 mil reais. A diferença básica é que o mecanismo se utiliza do centro de gravidade para funcionar e facilitar a marcha de paraplégicos ao contrário do EXOESQUELETO que utiliza motores individuais para cada ponto-chave de controle.
Através da biomecânica, é possível iniciar a marcha (caminhar) facilmente após algumas sessões de fisioterapia. Maiores detalhes (vale a pena conferir) no vídeo que está em anexo. A descrição é no mínimo, SEN-SA-CI-O-NAL! Não somente paraplégicos, mas outros casos poderão se utilizar da tecnologia a qual é muito assistiva. Este vídeo é a versão completa da reportagem editada pelo Jornal Nacional no ano passado (2007).
Muitos abraços,
Jivago Di Napoli
BLADE RUNNER IS BACK - NOW, THE REAL LIFE!
BLADE RUNNER IS BACK - NOW, THE REAL LIFE!Ciência & Tecnologia - revista Isto é On-line em http://www.terra.com.br/istoe/1584/ciencia/1584biobox1.htm
Acessado em: 22 de junho de 2005
O cientista brasileiro Miguel Nicolelis tenta criar elo biônico entre o cérebro e uma prótese mecânica.
Complementando e contribuindo a postagem do colega Luis, repasso uma matéria que traça o paralelo em desenvolvimento a favor do EXOESQUELETO e outras máquinas que poderão, segundo pretende a pesquisa abaixo, serem comandadas pelo PENSAMENTO!
Cabe leitura mais intensa para acompanhar estes avanços que realmente já mostram muita esperança com novas alternativas, especialmente às pessoas com deficiência.
Abraços,
Jivago Di Napoli
Nascidas na floresta Amazônica, com hábitos noturnos que justificam seu nome, duas fêmeas da espécie macaco-coruja representam o maior tesouro do laboratório de neurobiologia da Universidade Duke, na Carolina do Norte. Com menos de dois quilos e córtex motor semelhante ao humano, as macacas são a segunda fase de uma pesquisa que provocou uma revolução entre neurologistas americanos. Os dóceis animais comprovaram o que meia dúzia de ratos havia demonstrado antes: é possível mover um braço mecânico e tocar objetos usando a força do desejo.
Com 100 eletrodos conectados ao cérebro, as macacas conseguiram controlar a distância um braço robótico. A máquina recebia os impulsos elétricos neurais através de ondas de rádio emitidas a partir de um aparelho controlado pelo cérebro. As macaquinhas aprenderam a usar, em tempo real, o estímulo nervoso do cérebro para empurrar uma alavanca distante, que acionava um bebedouro de onde pingava uma gota d'água como recompensa. As macacas usaram apenas os estímulos neurais responsáveis pela motricidade. A conclusão é um sopro de esperança para um paciente paraplégico aproveitar suas células neurais sadias para acionar próteses biônicas controladas por ondas de rádio.
O responsável pela boa notícia é um paulistano e palmeirense frequentador assíduo de cantinas italianas. Miguel Nicolelis, que mora na americana Durham há "longos 11 anos", é professor do departamento de neurobiologia da Faculdade de Medicina e chefia as experiências na Universidade Duke. Seu colega, o americano John Chapin, repetiu a mesma bateria de testes feita por Nicolelis. Dessa vez, estudou uma outra ninhada de ratos na Escola de Medicina Hahnemann, na Filadélfia. O resultado virou tratado científico em julho de 1999, quando foi publicado na respeitada revista Nature Neuroscience. "Demonstramos pela primeira vez que se pode criar um meio de comunicação para transformar a atividade elétrica do cérebro em movimento mecânico", traduz Nicolelis. "É a tão sonhada interface entre o homem e a máquina."
Pai de três meninos e casado com uma ex-colega da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o neurologista de 38 anos faz parte da elite dos neurocientistas. "Assim como outros cientistas brasileiros que vivem fora, meu trabalho continua praticamente desconhecido no Brasil", reclama o professor, cuja proeza foi uma ousadia notável. Em vez de implantar um único eletrodo num orifício feito no cérebro das cobaias, como os demais cientistas faziam, Nicolelis e Chapin introduziram 16 eletrodos em cada orifício de 2 milímetros. Com isso, acompanharam a atividade de centenas de neurônios ao mesmo tempo, através de vários buraquinhos feitos na caixa craniana dos animais. "Deu para analisar o córtex motor como se fosse um minitelescópio cerebral em busca de estrelas, que são os neurônios", compara o professor Nicolelis.
Foi desse mergulho nas entranhas do cérebro que surgiu a idéia de ligar células nervosas a próteses mecânicas. Os primeiros resultados indicam que o projeto pode ser viável em humanos. "O cérebro funciona como um circuito elétrico contínuo. Primeiro há a intenção do movimento, aí vem o planejamento e só depois as células nervosas enviam a ordem para determinado músculo exercitar uma ação", ensina o professor-titular Milberto Scaff, chefe do departamento de neurologia da Faculdade de Medicina da USP e antigo mestre de Nicolelis. Obcecado, Nicolelis trabalha há quase uma década para aprimorar seu telescópio cerebral. Pretende colecionar mais dados para saber como construir um aparelho que funcione como via biomecânica de comunicação entre os sinais do cérebro e a prótese. Até final do ano, o neurologista espera publicar os resultados de suas pesquisas em artigo científico. "Ainda vão uns dez anos para a interface biomecânica virar realidade", diz Nicolelis.
Enquanto isso, ele tenta recolher resultados práticos. Aproveitou meia dúzia de ratos com 50 eletrodos implantados no cérebro e descobriu uma forma de evitar crises epilépticas enviando estímulo elétrico para o nervo trigeminal, responsável pela mastigação e outros movimentos faciais. Ao receber os sinais, os ratos deixaram de ter crises. "O implante detecta a chegada da alteração elétrica e da crise e só aí estimula o nervo", garante Nicolelis. Sua técnica não foi ratificada pela comunidade científica ainda porque os resultados serão publicados em revista especializada apenas em março.
Sua experiência não é a única técnica de alívio da epilepsia, doença que afeta 1% da população, cerca de 1,6 milhão de brasileiros. Nos EUA e na Europa, existem empresas que vendem implantes digitais para aplacar as crises. A Cyberonics é uma delas. Seu sistema é composto por um chip implantado no cérebro, que é abastecido de energia por um gerador fixo no peito. A geringonça funciona como um marca-passo inteligente, enviando corrente elétrica para estimular o nervo vago, um dos responsáveis pela digestão. Na realidade, ninguém sabe ao certo por que determinados procedimentos funcionam e outros não. Talvez por isso, mais uma vez, o cérebro, centro das sensações e das atividades mentais humanas pode abocanhar a mais gorda fatia do orçamento reservado à pesquisa cientifica da próxima década.
Sensações
...ótima experiência! Inclusive saímos da sala de aula, para frente da biblioteca da FEEVALE. Quem passava perto, achava muito interessante, nós com olhos vendados, balizando uma bengala. Alguns pararam e ficaram até o final. As fotos o colega Luis está postando em seguida.
Abraço,
Jivago Di Napoli
Paraplégicos voltam a andar com exoesqueleto

O exoesqueleto computadorizado ReWalk é uma invenção que ajuda paraplégicos a ficar de pé, caminhar e subir escadas.
» Veja fotos do ReWalk
» Roupa robótica aumenta força do usuário
» Prótese com Bluetooth permite que amputados voltem a andar
» Fórum: opine sobre o ReWalk
O dispositivo foi criado pelo engenheiro Amit Goffer, fundador da Argo Medical Technologies, uma pequena empresa de alta tecnologia em Israel.
O sistema, que precisa de muletas para ajudar com o equilíbrio, consiste em apoios motorizados para as pernas, sensores corporais e uma mochila contendo uma caixa de controle computadorizada e baterias recarregáveis.
Com um controle remoto preso no pulso, o usuário escolhe um modo - ficar de pé, sentar, caminhar, descer ou subir - e então move o corpo para frente, ativando os sensores corporais e colocando as pernas robóticas em movimento.
Radi Kaiof, 41, foi ferido há 20 anos quando servia ao exército israelense e perdeu o movimento das pernas. "Nunca sonhei que poderia andar de novo. Depois de ser ferido, até esqueci como é caminhar," disse à Reuters.
Kate Parkin, diretora de terapia ocupacional no Centro Médico da Universidade de Nova York, diz que o aparelho pode ajudar a melhorar a saúde do paraplégico não apenas fisicamente, mas também psicologicamente. "Ele permite que a pessoa viva no nível das outras e faça contato visual," declarou.
Kaiof confirma a opinião de Parkin. "Somente quando estou em pé posso perceber a minha altura e falar com as pessoas olhando nos olhos, e não olhando de baixo," disse o ex-soldado.
Segundo o fabricante, o produto deve chegar ao mercado em 2010 e custará mais ou menos o que custam as cadeiras de rodas mais sofisticadas, vendidas hoje por cerca de US$ 20 mil.
Fonte: Terra
Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008
Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008
Texto do Rubem Alves
Carta aos pais
Terça-feira, 19 de Agosto de 2008
Primeiras aulas...
Pessoal:
Desde os primórdios, a vida na terra era habitada, inclusive, pelos répteis. As tartarugas, seres que vivem por muitos anos, são especiais criaturas. Tão especiais que já recebem até suporte alternativo para manter suas necessidades de sobrevivência.
Uma tartaruga que recebeu a assitência para sua deficiência, veja mais a seguir. Na próxima postagem, enviarei as tecnologias mais recentes que vêm sendo aplicadas para as pessoas com deficiência no mundo.
Abraços,
Este é meu Currículo na Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/1342871052761351
Jivago Di Napoli
19/08/2008 - 08h01
Tartaruga deficiente ganha rodinhas e encontra novo amor
Arava, de 10 anos de idade, teve paralisia nas patas traseiras. Com implante de rodas, ela passou a andar e atraiu um macho. A tartaruga Arava, à esquerda, passeia com seu novo amor em zoológico de Jerusalém. Ela teve paralisia nas patas traseiras e ganhou um implante de rodinhas para poder se locomover. Arava tem 10 anos de idade e pesa cerca de 25 quilos. Segundo os veterinários, o motivo de sua paralisia nas patas traseiras é desconhecido (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)
* Associated Press e Reuters
Apresentando os alunos
Com um apanhado geral sobre o que veremos no decorrer deste semestre, vislumbrei-me com os recursos apresentados, principalmente com as tecnologias assistivas desenvolvidas para informática e todas de baixo-custo! São ações de pesquisa proposta nesta disciplina que a sociedade demanda. Com isso, recursos hoje caríssimos para se obter, como aqueles em informática vendidos no mercado atual, em um futuro próximo, poderão estar de fácil acesso a população geral.
Jivago
Sou fonoaudióloga, especialista em reabilitação fonoaudiológica. Atuo com terapia fonoaudiológica nas áreas de linguagem e motricidade orofacial, utilizando recursos de tecnologia assistiva (comunicação aumentativa e alternativa) para facilitar a comunicação de pessoas sem oralidade ou com dificuldades na expressão oral. Também atuo na fonoaudiologia escolar, visando atividades preventivas, orientadoras e esclarecedoras no âmbito escolar, buscando otimizar o desempenho do aluno e dos profissionais que nela atuam. Realizo formação de professores para a inclusão escolar, sensibilizando-os e oferecendo-lhes ferramentas facilitadoras desse processo.
Objeto de estudo: Linguagem e paralisia cerebral, mais especificamente, avaliação da linguagem de paralisados cerebrais sem oralidade ou com acentuado déficit de linguagem oral.
Julgo a disciplina de Inclusão e acessibilidade digital fundamental no processo de construção da dissertação, no sentido de promover conhecimentos em áreas da informática e da educação, até então não conhecidas por mim e também por oportunizar facilidade no acesso a informações e divulgações de nossos trabalhos e opiniões.
Viviane
Me chamo Luis Henrique, sou publicitário (que gosta de Excel), pós-graduado em tecnologias da Informação e da Comunicação, e formado em Metodologia do Ensino Superior. Já fui Aluno especial da UFRGS, disciplina Sujeito e Sociedade, Cultura e Tecnologia, ministrada pelo professor Eduardo Vizer (da UBA).
Trabalho como Analista SR. na Feevale, sendo responsável pelos Processos Seletivos desta Instituição (Vestibular, Formação Pedagógica, Formação Específica, etc).
Estudo redes sociais e ferramentas colaborativas, pensando sobre orkut, twitter, comunidades virtuais, escrita coletiva, etc.
Como aluno do Mestrado em Inclusão Social e Acessibilidade, pesquiso Acessibilidade digital e usabilidade em ferramentas de socialização on-line, com foco em deficientes visuais e pessoas com dificuldade técnico-práticas no acesso à web.
Penso que a disciplina de Inclusão e acessibilidade digital vai desenvolver meus conhecimentos relacionados a tecnologia e agregar conceitos e vivencias relacionadas a inclusão e PNE's.
Luis Henrique

